TRANSTORNOS INVASIVOS DO DESENVOLVIMENTO - AUTISMO

     

    Iosemar Oliveira Bittencourt

    Mara Lucia Salazar Machado

     

    A síndrome do Autismo chama a atenção de muitas pessoas e de diferentes maneiras. Ao se trabalhar com pessoas que possuem este diagnóstico, percebe-se uma série de características; diferenças entre uns e outros em sua maneira de ser e de agir. Ao realizar o estudo sobre autismo, pretende-se conceituar o termo em sua etimologia, seguido da definição da síndrome. Apresento o conceito e um breve histórico sobre a síndrome do autismo.

     

    CONCEITO

     

    A palavra Autismo em sua etimologia provém do grego AUTOS, que significa ele mesmo, de si mesmo, enquanto ISMO tem por significado voltado “. (Dic. AURÉLIO, 2000)”.

    Para Mello (2003, p. 11), Autismo é uma síndrome (*) definida por alterações presentes desde idades muito precoces, tipicamente antes dos três anos de idade, e que se caracteriza sempre por desvios qualitativos na comunicação, na interação sociale no uso da imaginação. .

     

    Estes déficits que são mais caracterizados como desvios, quando aparecem definem o autismo.Judith Gould, em seu estudo realizado sobre a síndrome de autismo, nos Estados Unidos da América do Norte, em 1979, e denominou tal comportamento como "Tríade". Para ela a criança autista apresenta deficiência em três áreas que as seguintes: da comunicação, da imaginação e da socialização. A Tríade é responsável por um padrão de comportamento restrito e repetitivo, mas com condições de inteligência que podem variar do retardo mental a níveis acima da média. (SALLE et al., 2002)

     

    Atualmente, tem sua classificação baseada em critérios utilizados pela classe médica. Os critérios mais aceitos são os da Organização Mundial da Saúde (World Health Organization), registrados no CID-10 (International Classification of Disease, décima versão) e no DSM IV (Diagnostical Statistical Manual - Versão 4) desenvolvido pela Associação Americana da Psiquiatria (APA, 1994).

    Para estudar sobre o autismo, é necessário rastrear um caminho que leva a sua trajetória histórica, um resgate que auxilia a entender porque há ainda pouco conhecimento e nebulosas informações sobre tão séria e complexa síndrome.

     

    HISTÓRICO E CARACTERÍSTICAS

     

    Em 1802, pela primeira vez, foi dada atenção a uma criança autista. O doutor Jean Itard, médico de um instituto de surdos-mudos de Paris, aceitou tratar um menino selvagem que havia sido abandonado em um bosque. A partir das notas de Itard, foi possível saber que se tratava de uma criança autista e de um ser humano desprovido de toda a cultura (BRAUNER apud MACHADO, 2001).

     

    Ainda de acordo com esta autora, em 1906, Pouller introduziu o adjetivo autista na literatura psiquiátrica, ao estudar pacientes que tinham diagnóstico de demência precoce (esquizofrenia). Entretanto, Bleuler, em 1911, foi o primeiro a difundir o termo autismo, definindo-o como a perda de contato com a realidade, causada pela impossibilidade ou grande dificuldade na comunicação interpessoal. (SALLE et al., 2002. p.11). O que favorece o entendimento de que pessoas com autismo ficaram, por muito tempo, sendo tratadas como pacientes psiquiátrico.

     

    No ano de 1943, o austríaco, Léo Kanner, psiquiatra infantil dos Estados Unidos da América do Norte, descreveu crianças que tinham um padrão peculiar de comportamento em comum. O autismo jamais ocorre por bloqueios ou razões emocionais, como insistiam os psicanalistas, e sim, devido a diferentes alterações neurológicas de causas múltiplas (PEETERS, 1998).

     

    Ela vinha sendo descrita como um “Distúrbio Autístico do Contato Afetivo”. Neste caso, destacava-se como aspecto relevante uma anormalidade social do desenvolvimento social, e enfatizava que o distúrbio era constitucionalmente determinado e apresentado nos primeiros estágios do desenvolvimento (MACHADO, 2001, p. 18).

     

    Os estudos de Machado (2001) salientam que Kanner teve o mérito de identificar, entre crianças com retardo mental e distúrbios do comportamento, alguns que se diferenciavam dos demais comportamentos muito peculiares.

     

    Este autor conseguiu, também, separá-los do grupo dos esquizofrênicos e, finalmente, fez uma descrição clínica tão acurada que, ainda hoje, pode ser utilizada da mesma forma como foi originalmente proposta. Inicialmente, foi inserida no grupo de psicoses da infância.

     

    Conforme Gauderer apud Machado (2001), este discordou do proposto por Kanner e Bender que, em 1947, empregou o termo esquizofrenia infantil, uma vez que ele e os outros consideravam o autismo como a forma mais precoce da esquizofrenia.

     

    Mahler acreditou tratar-se de psicose simbiótica, atribuindo a causa da doença ao relacionamento “mãe-filho”, por ser esta a sua área de estudo. (MACHADO, 2002).Sendo que, nesta doença, as crianças, em vez de se relacionar de maneira distante e remota, tendem a se grudar ferozmente na mãe (BRAUNER apud MACHADO, 2001).

     

    Sendo assim, são denominadas de autistas as crianças que manifestavam inaptidão para estabelecer relações normais com o outro, apresentavam um atraso na aquisição da linguagem e, sobretudo, quando ela desenvolve uma incapacidade de lhe dar um valor de comunicação. Essas crianças apresentam igualmente estereotipias gestuais, uma necessidade imperiosa de manter imutável seu ambiente material, ainda que dêem provas de uma memória freqüentemente notável (PEETERS, 1998).

     

    Conforme Peeters (1998), a maioria das crianças nasce normal, alguns até espreguiçam e choram na maternidade como todos os bebês sadios, mas já nos primeiros meses de vida, às vezes até os cinco anos, começam a surgir os sintomas de um fenômeno doloroso que os especialistas discutem, mas não conseguem explicar.

     

    A estimativa é de cinco autistas para cada dez mil crianças, (cerca de 65 mil no Brasil) e a maioria é de meninos, na proporção de três para cada menina. (DADOS WORLD HEALTH ORGANIZATION, 1990)

     

    Foi só no ano de 1980, que o Departamento de Saúde dos Estados Unidos da América, catalogou o autismo como uma doença, mas até hoje se discute sua causa. Existem estudiosos que dizem ser de causa orgânica, outros dizem ser um distúrbio neurológico do cerebelo (deficiência), ou na transmissão dos impulsos do cerebelo ao córtex cerebral.Chegou-se até a ser afirmado que o autismo seria culpa dos pais destas crianças, que por motivos emocionais de alguma forma negavam seus filhos, ou transmitiam a eles seus desequilíbrios. (ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO AUTISTA, 2004).

     

    O autismo pode estar associado com muitas anormalidades biológicas, tais como a epilepsia, o retardo mental, e a uma variedade de doenças associadas ao sistema nervoso. Há uma base genética, também, uma vez que o risco destes problemas é maior em gêmeos e irmãos. É uma doença que não se sabe ao certo de sobre as suas origens e, nem mesmo, o que decorre do seu desenvolvimento e, portanto, ela segue aparentemente sem cura, pois quando não se sabe a causa do distúrbio torna-se impossível exterminá-lo.

     

    Alguns autistas apresentam lesões cerebrais, outros não; uns têm problemas neurológicos, outros não; uns dão sinais de inteligência, outros não. Por isso nunca é demais repetir: nada é certeza no autismo.

     

    O autismo pode aparecer nos primeiros meses de vida ou manifesta-se até os cinco anos de idade. A criança pode apresentar hiperatividade, déficit de atenção, desordens motoras, sensoriais e de percepção.

     

    As características físicas e fisiológicas são iguais as das pessoas ditas normais. Apresentam a aparência normal, porém com algumas diferenças, como no modo de olhar, na fala, na dinâmica corporal, seja ela psicomotriz.

     

    Partindo do pressuposto de que todos os seres humanos têm uma característica particular, os autistas também as possuem, percebemos que agem de formas diferenciadas.

     

    Hoje sabemos que os autistas que se situam, exatamente no quadro descrito por Kanner, representam apenas uma parte de um grupo maior afetado pelo autismo, por isso passamos a falar de autismos. Como exemplo, podemos citar as estatísticas que conferem uma proporção de quatro meninos para uma menina, quando falamos de autismo de uma forma geral, e estes dados caem para dois meninos para uma menina, quando de trata de “autismo clássico”. (WING, 1976).

     

    Segundo Mousinho (2002) existe certa variação em termos de diagnósticos, de acordo com a escola ou a perspectiva teórica. Citando outros autores, ele também considera que a Síndrome de Asperger e o Autismo de Alto Desempenho (HIGH FUNCTIONING AUSTISM) são a mesma coisa, enquanto que outros discordam, mas não estabelecem regras claras para estabelecer tais diferenças.

     

    Por esse motivo, de acordo com Mousinho (2002), é relevante conhecer estas características diferenciadas, subdividindo-as em subgrupos, a fim de compreender as variações de comportamento e sintomas existentes. Para abordar estas diferenças, Mousinho utilizou a classificação de Wing & Atwood (1987), que distingue três grupos:

     

    Allof group (autistas que fogem) são indivíduos que tendem a se agitarem com a aproximação dos outros. Inicialmente, parecem rejeitar os contatos físicos que não foram procurados por eles, porém em alguns momentos breves gostam de jogos com contatos físicos (gostam de serem abraçados fortemente). Apenas uma parte deste grupo consegue desenvolver a linguagem, quando então apresentam anormalidades como: ecolalia, inversão pronominal, repetição e abreviação de frases, expressão do estritamente necessário. Não existe contato visual, ou ele é pobre, ou foge de tal experiência ou circunstância. As crianças encontradas neste grupo são normalmente ágeis em escadas e em outras atividades motoras globais. Reagem pouco aos sinais sonoros, essencialmente nos primeiros anos de vida: ignoram ou são totalmente fascinadas por sons, dor, vibrações ou sensações sinestésicas, como de olhar os objetos que rodam ou giram.

     

    Passive group (grupo passivo) são capazes de ir de encontro aos outros (ou somente, em caso de necessidade), parecem aceitar e sentir a proximidade deles. Sua linguagem parece pouco desenvolvida que no outro grupo, entretanto, persistem alterações de discurso, apesar de um bom vocabulário e gramática intacta. Tal como é nomeado seu grupo, estas pessoas se apresentam sempre de forma passiva. Os jogos simbólicos são ausentes, o que é possível observar é a copia do jogo das outras crianças. Os movimentos estereotipados e as reações sensoriais anormais é pouco presente (ou inexistentes). Podem apresentar boa capacidade espacial, mas a coordenação motora é pobre. As atividades repetitivas são freqüentes neste grupo, porém, as reações às mudanças são menos importantes. As crianças encontradas neste grupo podem adaptar-se facilmente nas escolas não especializadas.

     

    Active but odd group (grupo de autistas ativos mas bizarros) é formado por indivíduos que estabelecem espontaneamente contatos físicos, contatos sociais, de uma maneira particular, ingênua e unilateral. Não buscam interação social ou trocas de idéias. Mostram interesses em fazer perguntas ou até mesmo respondê-las. Sua linguagem é mais rica do que nos demais grupos aqui mencionados, mas anormalidades são também encontradas na sua fala. Não tem coerência no seu discurso, isto é, suas interpretações literais são freqüentes, dando a impressão estranha ao discurso. A comunicação verbal é inadequada, mostrando ausência de gestualidade, contato visual inapropriado, com movimentos gestuais exagerados. A entoação verbal é monótona, e possui inflexão (desvio) verbal bizarra. Apresentam déficit na sua coordenação motora, sendo que se apresentam desajeitadas e com uma imaturidade postural e de movimentos. Inaptidões sensoriais podem apresentar-se na primeira infância, podendo desaparecer com o tempo. Problemas de comportamento são comuns e revelam-se verbalmente por meio de questões inapropriadas, ou fisicamente, por meio de agressões corporais (alheias ou próprias).

     

    Para Mousinho (2002, p.112), tais classificações não devem ser rígidas, pois as crianças podem passar de um grupo para o outro, à medida que crescem. Levando em conta a presença de distúrbios associados, isto é, o autismo pode apresentar-se acompanhado de deficiência intelectual, motora ou de outras patologias.

     

    Ao término desta breve exposição, busca-se uma maior compreensão sobre o tratamento das pessoas com diagnóstico de autismo.

     

    TRATAMENTO

     

    Os registros teóricos acerca do(s) tratamento(s) sobre a Síndrome do Autismo são dos mais variados, desde os psicofármacos aos treinamentos, aos terapêuticos, etc., e tais processos podem remeter a reflexões sobre a caracterização desta síndrome.

     

    Para Junior (2002), fica claro que a criança com autismo “melhoram sempre, com ou sem tratamento!”. Porém o mesmo autor menciona que com os tratamentos adequados chegam próximo da sua potencialidade, em outras palavras, este ressalva a importância de trabalhar em uma comissão multidisciplinar (seja com médico, terapeuta ocupacional, psicomotricista, etc.), bem como o quanto é gratificante uma relação médico/ terapeuta-paciente/família saudável.

     

    “O tratamento das crianças autistas sugere a adotarmos uma posição favorável à interdisciplinaridade (médicos, psicólogos, pedagogos, psicomotricistas, psicopedagogos, etc.) O viés da reflexão parte da experiência com crianças autistas, seja como psicopedagoga atendendo crianças diagnosticadas com essa síndrome, seja como psicomotricista, submetendo-as a terapia psicomotriz”. (MACHADO 2001, p. 21).

     

    A falta de etiologia que caracterize a gravidade que a síndrome representa, até então, é considerada como um das principais dificuldades por Holmes apud Machado (2001, p. 21). É considerado como um dos mais relevantes e sérios fracassos da psicologia e psiquiatria, pelo sofrimento que causa aos familiares e pela falta de perspectiva quanto a uma melhora ou cura (o que a família espera), (MACHADO 2001, p.21).

    Segundo Schwartzman apud Machado (2001, p. 21), o tratamento psicológico tem sido considerado como indiscutível, principalmente, para a família da criança portadora de autismo. No que se reflete nos tratamentos psicoterapêuticos baseados em técnicas verbais e interpretativas, não há indicação (para crianças) em função do desenvolvimento da linguagem apresentar-se limitada, e das poucas possibilidades de se realizar interpretações. Estes tipos de tratamentos foram mencionados pelos pais como infrutíferos para as crianças. Exceto quando acompanhados por profissionais (psiquiatras e psicólogos), desejavam observar como se desenvolvia o vínculo familiar.

     

    A partir da metade do século XX, a quimioterapia, por meio dos psicofármacos, teve sua entrada nos tratamentos psiquiátricos (BRAUNER apud MACHADO, 2001, p. 22). Desde então, a sua crescente utilização vem sendo questionada pelos próprios neurologistas especializados que criticam o farto uso dos neurolépticos, quando estes deveriam ser prescritos, apenas eventualmente, por períodos curtos, para crises comportamentais mais severas.

     

    O convívio que se tem estabelecido com pessoas com autismo e com suas famílias confirma a posição citada de que a pessoa com autismo poderá se beneficiar com uma interdisciplinaridade de atendimentos. Observando diferentes falas entre estes familiares, verifica-se que seus filhos estão em diferentes atendimentos e atividades, as quais passo a enumerar algumas delas: escola, música, capoeira, sapateado, trabalhos manuais entre outras.

    Scwartzmann (2003) traz uma importante referência sobre o tratamento da pessoa com autismo:

     

    “O tratamento somente poderá ser posto em bases racionais, uma vez que se tenha obtido um perfil de funcionamento do paciente em todas as áreas possíveis e os pais ou responsáveis pelo paciente deverão estar cientes das possibilidades e limitações de cada constituinte do plano geral de tratamento” (p. 103).

     

    Acredita-se que esta afirmativa esteja relacionada com as diferentes manifestações que são observadas entre as pessoas com autismo. Além de outro fato significativo nesta abordagem que são as diferenças individuais. Não se pode esquecer que independente da síndrome que possua, as pessoas apresentam suas individualidades, características que não devem ser confundidas com as do autismo.

     

    Mas é inevitável não deixar de se ter em vista os conceitos de uma atitude multidisciplinar, entretanto faz-se necessário ter uma maturidade para compreender o que cada um tem como contribuição para o tratamento destas pessoas. O trabalho em conjunto com outros profissionais nos possibilita a experiência profissional, flexibilidade para lidar com os pais, ética na condução do acompanhamento, ou seja, o tratamento, tempo, interesse e investimento no tratamento, criatividade e esperança.Além do que dependemos de uma série de fatores que irão nos auxiliar na amenização ou na expansão de nosso trabalho. Sendo assim, não devemos perder esperança, pois para os pais é difícil aceitar que seus filhos tenham algum tipo de problema, por este motivo, devemos lutar e divulgar nosso trabalho para que não se sintam sós. Sempre devemos acreditar na melhora do potencial que a criança aponta, afirma Junior (2002, p.38).

     

    BIBLIOGRAFIA

     

     

    FERREIRA, Carlos Alberto de Mattos e org.; THOMPSON, Rita. Imagem e Esquema Corporal: uma visão transdisciplinar. Rio de Janeiro – Lovise 2002.

     

    GAUDERER, Christian Autismo e Outros Atrasos do Desenvolvimento, capítulo: "O que e como ensinar ao autista, segundo a terapia comportamental e o método TEACCH", (Lewis, S. & Leon, V.) Editado pela CORDE, Brasília, 1993.

     

    MACHADO, Mara Lúcia Salazar.Educação e terapia da criança autista: uma abordagem pela via corporal. Porto Alegre- UFRGS, 2001.

     

    NEGRINE, Airton; MACHADO, Mara Lúcia Salazar. Autismo infantil e terapia psicomotriz. Caxias do Sul – EDUCS 2004.

     

    PEETERS, Theo. Autismo: entendimento teórico e intervenção educacional. Tradutores Viviane Costa De Leon...(et al).Rio de Janeiro – Ed. Cultura Medica 1998.

    PICCOLI, João Carloes. Normatização de trabalhos de conclusão em Educação Física. Canoas – Ed. ULBRA 2004.

     

    SÃNCHEZ, Pilar Arnaiz; MARTÍNEZ, Marta Rabadán; PEÑALVEZ, Iolanda Vives. La psicomotricidad em la escuela: una práctica preventica y educatica. Madri-Ediciones Aljibe 2001.

     

    SCHWARTZMANN, José Salomão et. al.Autismo Infantil cap. 12: Programa TEACCH (Lewis, S. & Leon, V.) Editora Menom, São Paulo , 1995.

     

    MACHADO, Mara Lúcia Salazar; Dissertação de mestrado.Educação e terapia da criança autista: uma abordagem pela via corporal. – Porto Alegre: UFRGS, 2001.

     

    MELLO, Ana Maria S.Ros de. Autismo guia pratico. 2ª edição em PDF Rio de Janeiro - AMA 2003.

     

    NILSSON, Inger. Introdução a educação especial para pessoas com transtornos de espectro autístico e dificuldades semelhantes de aprendizagem. Em PDF.Congresso Nacional sobre a Síndrome de Autismo 2004.

    .(*) Síndrome – s.f. (gr. Syndrome). Conjunto dos sintomas que caracterizam uma doença(**).

    (**) Doença – s. f. (Lat. Dolentia, dor). Alteração da saúde que comporta um conjunto de caracteres definidos como causa, sinais, sintomas e evolução; mac, moléstia, enfermidade.

    FONTE: Dicionário da Língua Portuguesa – Larousse Cultural